Comissão Linux na Pró-Aluno

Hiperlinks

Feedback do Plano Piloto

Manual Linux

Problemas técnicos do microcomputador com Linux

Respostas ao feedback

Resultados gerais do questionário sobre o uso da Pró-Aluno na FFLCH

Pad (documento aberto no qual todas as atividades são transcritas)

Importante: O site do "Feedback" é somente para críticas e sugestões. Para informar problemas nos microcomputadores com Linux, por favor, utilize o link "Problemas técnicos do microcomputador com Linux"

Quem somos 

A Comissão Linux na Pró-Aluno teve seu início no começo de Outubro, quando alguns estudantes da FFLCH perceberam que os computadores das salas Pró-Aluno estavam inoperantes. Com a ajuda de alunos do IME, de grupos de estudo e extensão como FLUSP e o TECS e alunos da Rede Linux do IME, também com parcerias com a STI da FFLCH, órgãos administrativos da unidade e o CEUPES, conseguimos articular soluções para este problema. 

A USP já possui alguns movimentos para substituir o software proprietário pelo software livre. Conheça a Rede GNU-Linux no IME e o Projeto Sócrates no IF.

O problema

Computadores inoperantes, com vírus, lentidão, licenças não-ativadas do Office, Adobe PDF e do próprio Windows, são todos problemas que, à primeira vista, parecem ser do computador. Porém, percebemos que o maior causador destes problemas é o software utilizado, que requer uma licença paga. 

Além do mais, por ser um software proprietário, é necessário pagar as licenças para cada computador acessar o Windows, sem contar com as licenças do Microsoft Office e do Adobe PDF. Não é interessante, no sentido administrativo, pagar tantas licenças. Mas, o saldo é equivalente a softwares lentos, pouco acessíveis, pouco seguros e muito caros. Por fim, não é interessante nem para os estudantes, nem para o desenvolvimento científico, pois o código destes programas é fechado, logo, não é permitido estudar o funcionamento desses aplicativos. Também, ao terem código fechado, é difícil saber se tem alguma configuração que invada sua privacidade. O software proprietário, portanto, não é só pouco seguro contra vírus; é também uma ameaça à privacidade dos usuários e do conhecimento que produzimos. 

A solução

Por “software livre” devemos entender aquele software que respeita a liberdade e senso de comunidade dos usuários. Grosso modo, isso significa que os usuários possuem a liberdade de executar, copiar, distribuir, estudar, mudar e melhorar o software. Assim sendo, “software livre” é uma questão de liberdade, não de preço. <GNU/FSF. A Definição de Software Livre. InO que é o software livre?. 1.165. [S. l.], 20--?. Disponível em: https://www.gnu.org/philosophy/free-sw.html. Acesso em: 20 nov. 2019.>

A solução a curto prazo para que os computadores voltem a funcionar é a substituição do software proprietário pelo software livre, que, neste caso, é o sistema operacional Linux. Porém, o Linux não só resolve problemas técnicos.  Ao ser um software livre, não ficamos dependentes de uma empresa multinacional para redigir documentos, criar planilhas, apresentação de slides, acessar à internet, entre outros. Afinal, o desenvolvimento do software livre é descentralizado. Também, por ter o código-fonte aberto, é possível verificar tudo o que está sendo executado pelo programa, garantindo que o código respeite sua privacidade e seu consentimento. 
O mais importante para nós, no entanto, além de preservar a privacidade individual, é preservar o conhecimento científico produzido e incentivar o estudo dos programas. O estudo dos programas só é possível quando o código é aberto. E o código sendo aberto, livre para ser executado, copiado, modificado e distribuído, a comunidade científica têm possibilidade de tomar parte de um movimento mundial, que oferece serviços à sociedade e respeita a liberdade de cada um. 

inclusão digital: o software livre promove a inclusão digital, por ser acessível a todo cidadão sem custo. Há o benefício adicional de permitir não apenas o uso do software mas também seu estudo e ao desenvolvimento de softwares, oferecendo assim uma forma de empoderamento ao cidadão em situação de socioeconômica desvantajosa; <RATCOV, David; PELLEGRIN, Jerônimo; VIEIRA, Miguel; DA SILVA, Silas. Relatório: GT Software Livre:. 2017. Relatório - Santo André, Disponível em: https://nti.ufabc.edu.br/images/pdf/softlivre.pdf. Acesso em: 21 nov. 2019.>

Para conhecer um pouco mais sobre o software livre e a comunidade acadêmica brasileira, recomendamos a leitura dos primeiros itens do relátório desenvolvido na UFABC sobre o assunto. Clique aqui para visualizar.

O que já fizemos

Duas reuniões abertas para a discussão do tema foram chamadas ao longo de Outubro e Novembro:

Desenvolvemos o questionário sobre a condição das salas Pró-Aluno, e também participamos da Plenária dos Espaços Estudantis convocada pelo CEUPES. Fizemos também um informe do debate das chapas para a eleição do DCE.

Atualmente, colocamos o Plano Piloto em prática.

Plano Piloto

O Plano Piloto visa introduzir o Linux para os usuários da FFLCH, que estão acostumados com o uso do software proprietário. Substituiremos o Windows pelo Linux nos computadores inoperantes, com vírus e muito lentos, para operacionalizá-los e apresentar o novo sistema para os discentes. Ao longo desse período de testes, estaremos em contato com os estudantes e abrimos três meios de comunicação: as listas de e-mail, o campo para feedback no site da Pró-Aluno da FFLCH e o grupo do Telegram, a fim de entender as necessidades dos usuários, receber críticas e sugestões, assim como enviar informes. 

O que queremos fazer

Objetivos a curto prazo

Nosso objetivo é implementar o Linux em todas as Pró-Aluno da FFLCH até o começo de 2020.

Objetivos a médio/longo prazo

Nós queremos divulgar o movimento do software livre na USP, apresentar qual é sua importância no momento atual e porque se faz necessário utilizar alternativas livres em vez do softwares proprietários. O software proprietário sequer surge como uma opção ao usuário na era digital; é um programa dado, imposto. Por essas e outras discussões, nós visamos abrir rodas de conversa, mesas de debate, cursos de orientação para o Linux e expandir este movimento para toda a Universidade, assim como para à sociedade.

Como participar

Para participar, basta que você seja uma pessoa interessada! O movimento surgiu a partir de estudantes, para os estudantes e busca receber os estudantes. A comissão é feita por diversos alunos de vários institutos, como IME, FFLCH e Ciências Moleculares, e tanto a entrada quanto a saída da comissão é fácil e acessível. 
Entre no nosso grupo do Telegram ou faça parte da listas de e-mail. Basta enviar um e-mail para fflch-linux-subscribe@linux.ime.usp.br e o sistema retornará com um link para confirmar sua inscrição. Importante: provavelmente o e-mail irá para a caixa da spam. Enviaremos atualizações sobre o processo de transição do Windows para o Linux para todos os inscritos da lista.
Para entrar em contato com os integrantes, é possível também enviar um e-mail para fflch-linux@linux.ime.usp.br :)